Ontem iniciou a fase de grupos da Libertadores. E como era de se esperar, o time fraquíssimo do Deportivo Tachira foi impiedosamente goleado pelo Racing Club da Argentina por 5 a 0. Destaque para Bou e Diego Milito.
Pelo grupo 5 o Montevideo Wanderers derrotou o Zamora pelo placar de 3 a 2. O detalhe é que o Zamora ganhava por 2 a 1 e depois teve dois jogadores expulsos, que facilitou as coisas para o time visitante.
Pelo grupo 1, do Atlético Mineiro, o Atlas perdeu seu jogo de estréia mesmo jogando em casa para o Santa Fé por 1 a 0. O grupo 4 apresentou os dois jogos ontem. O Universidad Chile foi derrotado pelo Emelec por 1 a 0 e o Internacional de Porto Alegre foi derrotado pelo The Strongest.
Sei que hoje todos falarão que o time foi derrotado pela altitude de La Paz, mas vendo o jogo posso afirmar que o time do Inter foi derrotado pelo melhor futebol do time Boliviano, comandados por Pablo Escobar.
Essa é a Libertadores, com jogos de nível técnico duvidoso, mas com muita raça e vontade!
Marcelo Alves Bellotti
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Mais racismo no futebol
Mais um caso de racismo relacionado ao futebol. Esse caso porém não é um "fato isolado", ou seja, uma demonstração isolada de preconceito. A atitude racista está ligada a outras atitudes também condenáveis no nosso futebol.
Ontem a noite, pela Taça Libertadores da América jogaram Cruzeiro e Real Garcilaso, do Peru. A partida foi vencida pelo time peruano, em uma operação que contou com com a participação de todos, além do bom futebol apresentado pelo time peruano.
O time peruano tem sede na cidade de Cusco, no Peru. Porém não tem condições de jogar na cidade, então preferiu jogar em Huancayo. O time peruano começou a dar as suas "boas vindas" ao Cruzeiro já na segunda-feira. Quando o time mineiro foi fazer o reconhecimento do local da partida, as luzes simplesmente se apagaram e os responsáveis alegaram falta de combustível nos geradores.
O time conta também com a "ajuda" da altitude de 3.200 metros e que sempre assustou os times brasileiros. O ambiente de "guerra" também é comum quando falamos de Libertadores da América ou de torneios realizados nas Américas.
No estádio, o tratamento foi o pior possível. O time da casa deixou os visitantes sem água, atitude típica dos times sulamericanos, inclusive os brasileiros. Porém o ápice da guerra tomou proporções que o time peruano não esperava. Quando o time do Cruzeiro colocou em campo o atleta Tinga, a torcida do time peruano passou a dirigir a ele ofensas raciais, comuns em países europeus.
O árbitro nada fez a respeito, os próprios jogadores do Cruzeiro não cobraram nenhuma atitude e o jogo seguiu até o final. Mas o gesto caiu como uma bomba na imprensa internacional. O caso repercutiu muito mal e pode render ao time peruano uma punição mais dura.
O fato porém não pode ser tratado como "isolado", partindo somente de uma manifestação da torcida, descolada do time que inclusive nem é da cidade. O que aconteceu ontem foi uma soma de fatores de uma "guerra" que o time peruano quis fazer para sair vitorioso do confronto. Deve ser julgado então, o time que deu causa a tudo o que aconteceu desde segunda-feira até depois do jogo. Que não se trate do assunto como um fato isolado da torcida em relação ao time. Tudo foi uma ação conjunta.
Após o jogo, o atleta visivelmente abalado, fez uma declaração bem apropriada com relação ao fato: "Fico muito chateado. Joguei quatro anos na Alemanha e nunca passei por isso. Agora acontece em um país parecido com o nosso, cheio de mistura. Trocaria um título pela igualdade entre raças e classes e respeito", declarou a Radio Globo.
Agora teremos que prestar atenção às atitudes, pois elas falam mais do que palavras. Jogar simplesmente palavras de repúdio na imprensa e na Internet de nada valem. Cruzeiro, CBF, Conmebol e FIFA devem tomar atitudes a esse respeito. Todas elas tem que ser firmes na luta contra o preconceito, a discriminação e a intolerância. Atos como esse tem que ser reprimidos com firmeza para que não tornem a acontecer.
Todos sabemos que essas questões extrapolam o mundo do futebol, elas estão presentes na nossa sociedade. Mas as atitudes que possamos tomar com relação a cada ato que ocorre é o que nos diferencia como cidadão e como ser humano.
Marcelo Alves Bellotti
sábado, 19 de maio de 2012
Campeonato Brasileiro começa!
O Campeonato Brasileiro 2012 da primeira divisão começa hoje levando com ele a esperança de 20 times do país do futebol. Até por características regionais, todas as equipes se consideram favoritas a conquista do torneio, ou da tão sonhada vaga na Copa Libertadores da América.
Porém os clubes estão recém saídos de Campeonatos regionais que em sua grande maioria são inchados e competem com as fases iniciais de torneios como a Copa do Brasil e da própria Copa Libertadores, que faz com que muitas equipes iniciem o mês de maio com 30 jogos.
Isso significa que até agora em média esses clubes jogaram seis partidas por mês, não tiveram uma pré-temporada adequada e agora, no início do campeonato, tem que mesclar seus titulares ou jogar com equipes totalmente reservas para preservar a conquista das copas.
O pior nessa história toda é que o grande vilão da história acaba sendo os campeonatos regionais. Inchados e mal formulados, os regionais deixaram de ter a importância de antes, de formadores de craques hoje são demonstrados como grande caso de fracasso dos times chamados grandes.
Novamente sem planejamento e sem um objetivo claro, as equipes apenas se lamentam pelo calendário e pelas constantes contusões de seus maiores craques, sem se dar conta que são os maiores culpados pela situação.
Enfim, foi dada a largada para a fábrica de sonhos: o Brasileirão 2012.
Marcelo Alves Bellotti
domingo, 22 de abril de 2012
Libertadores... qual o lucro?
Futebol não pode visar apenas lucro. Somente assim ele funciona. Porém, se considerarmos apenas o aspecto mercantilista do esporte,as equipes em geral não participariam da Copa Libertadores da América.
O torneio sulamericano apesar de ser o sonho de consumo de todos os times brasileiros na atualidade, distribui uma premiação pífia aos seus participantes se comparado aos grandes torneios existentes no mundo.
Mesmo com as cotas de TV que costumam melhorar muito a premiação da Confederação Sulamericana, ainda sim a conta dos times não fecha. A cota hoje para o Campeão da Libertadores é de Dois Milhões de Dolares. No total acumulado, o campeão recebe cerca de Três milhões e trezentos Mil Dolares. Segue tabela de premiação (valores pagos por mando de campo):
Pré-Libertadores -R$ 212 mil (US$120 mil)
Fase de grupos - R$ 212 mil (US$120 mil)
Oitavas de final - R$ 318 mil (US$ 180 mil)
Quartas de final - R$ 407 mil (US$ 230 mil)
Semifinal - R$ 548 mil (US$ 310 mil)
Final - R$ 548 mil (US$ 310 mil)
Prêmio para o vice-campeão - R$ 1.060.000 (US$ 600 mil)
Prêmio para o campeão - R$ 3.530.000 (US$ 2 milhões)
Total para o campeão - R$ 5.990.000 (US$ 3.390.000)
Estima-se que a folha de pagamento de um time brasileiro tradicional que disputa a libertadores seja de cerca R$31 milhões por mês.
Supondo que o total arrecadado com a conquista da Libertadores dobre. Chegaremos a R$12 milhões no final da Libertadores. Estima-se ainda que o Paulistão distribua entre cotas de TV e premiação da FPF o valor de R$ 10 milhões. E o resto?
Discutimos investidores e ações de Marketing, patrocínio em camisas etc, etc devido ao fato do maior torneio de clubes de futebol das Américas não ser economicamente viável. Isso por que falamos de uma Confederação rica.
Mas isso deve estar ao encontro dos interesses dos clubes, pois o presidente da Sulamericana é confirmado no cargo há mais de uma década.
O resultado só poderia ser prejudicial aos clubes. Com o investimento alto e sem receitas de público nos estádios, a TV vira a principal sócia dos clubes brasileiros. Aí vira dona do assunto. Faz e desfaz, manda e desmanda. Jogos as dez da noite em grandes centros como São Paulo e Buenos Aires mudam completamente a cara desse esporte.
sábado, 14 de abril de 2012
Copa União - Discussão e polêmica
Vi uma discussão acerca da Copa União de 87 sobre o título do Sport e do Flamengo. Para podermos falar sobre o assunto é coerente lembrarmos o que aconteceu. A CBF, do presidente Octavio Pinto Guimarães estava afundada em dívidas e declarou que o Campeonato Nacional seria disputado em um formato regionalizado.
Isso não interessava aos clubes, que formaram o Clube dos 13 com a incumbência de organizar um campeonato. A associação era composta por Atlético-MG, Bahia, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco da Gama.
Esses clubes acrescidos de Coritiba, Goiás e Santa Cruz formaram o Módulo Verde, organizaram o campeonato, venderam suas cotas de televisão para a Rede Globo, conseguiram um patrocínio da Coca-Cola para os times que por incompetência de seus diretores não tinham patrocínio e garantiram as passagens aéreas graças a um acordo com Varig. Ainda apoiaram o evento a Editora Abril e a Dover.
No outro grupo, o restante... Sem acordo com a Globo ou garantia de patrocínio na camisa, o módulo amarelo foi jogado por América-RJ, Atlético-PR, Atlético-GO, Bangu-RJ, Ceará-CE, Criciúma-SC, CSA-AL, Guarani-SP, Internacional-SP, Joinville-SC, Náutico-PE, Portuguesa-SP, Rio Branco-ES, Sport-PE, Treze-PB e Vitória-BA.
O América-RJ boicotou o campeonato e resolveu não participar devido ao fato de não acreditar que haveria um cruzamento entre os módulos verde e amarelo ao final do campeonato.
Lembrando que esse critério de disputa estava retirando do grupo principal as equipes do Guarani (Vice campeã brasileira de 1986) e do América-RJ (Terceiro colocado do mesmo campeonato). É bom lembrar também que o regulamento da competição só foi divulgado meia hora depois do início do primeiro jogo do Módulo Verde, entre Palmeiras e Cruzeiro, que estranhamente teve seu horário antecipado no mesmo dia do jogo.
Ou seja, o campeonato foi uma bagunça. Ao final, a determinação para que houvesse o quadrangular entre os dois melhores classificados do módulo Verde contra os melhores do módulo amarelo não ocorreu, Flamengo e Internacional se recusaram a disputar o quadrangular e perderam suas partidas por W.O. Sport e Guarani decidiram o quadrangular, que foi vencido pelo Sport. O time Pernambucano foi declarado campeão Brasileiro pela CBF e representaram o Brasil na Libertadores da América de 1988, enquanto que o Flamengo foi declarado campeão pelo Clube dos 13 e pelo CND.
Foi uma guerra de interesses, que em muito extrapolou os interesses do futebol. Empresas investiram pesado em um campeonato dos sonhos, sem rebaixamento e com estádios lotados. O Módulo amarelo era fadado ao fracasso.
O que fica para mim, são algumas conclusões:
1 - Em 1987 tivemos dois campeões brasileiros legítimos... um da CBF, o Sport e outro da Liga (Clube dos 13), o Flamengo.
2 - Não há sentido em entregar a "taça das bolinhas" (pertencente a CBF) a quem não disputou o torneio da entidade.
3 - Na guerra entre poderes, quem perdeu foi o futebol brasileiro, com a formação de oligopólios esportivos (que não ficam restritos aos clubes) e que mandam e desmandam nesse país a partir dessa época.
Marcelo Alves Bellotti
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Paulistão: Desorganização e Incompetência
O Campeonato Paulista em suas séries A1, A2 e A3 de 2012 são dignos de serem esquecidos. Inchado e pessimamente organizado, o Paulistão tornou-se chato e modorrento.
Até 2010, a fase de classificação incluía apenas os quatro melhores times do campeonato. O resultado era que pelo menos um time considerado grande ficava de fora. Normal, pois esses clubes tem outras prioridades no início do ano, como a Libertadores da América ou a Copa do Brasil.
Porém os seus digníssimos dirigentes, inconformados com a perda das cotas de televisão pressionaram a Federação para garantir uma participação nas fases decisivas do campeonato.
Resultado: Oito classificados em 19 jogos, todos os grandes garantidos e faltam duas partidas para terminar a primeira fase. Fracasso total!
Na série A2, uma pressa exagerada, jogos a cada três dias e a definição da primeira fase já no terceiro mês do ano. Excetuando o Grêmio itinerante, que hoje está na cidade de Barueri que está na série B do Campeonato Brasileiro, as outras equipes não terão ouro campeonato para disputar até o final do semestre.
Assim a Federação Paulista vai levando os seus campeonatos. E ficando cada vez mais rica, contrastando com os clubes que representa.
Marcelo Alves Bellotti
domingo, 22 de janeiro de 2012
Começou a chiadeira dos regionais
Inicio dos campeonatos regionais e começam as reclamações, sobretudo da mídia do calendário e do excesso de jogos dos seus times queridos em detrimento de outros clubes. Um verdadeiro absurdo. Critica pela critica, justificando apenas que o pequeno deve continuar a ser pequeno, alias, não deveria nem existir.
Confundem tudo e tratam as causas do problema como o próprio problema, gerando um diagnostico errado e em momento nenhum observo vontade de resolver problemas. Somente a ira aos times de menor expressão, que não levam publico aos estádios. Que fazem com que seus times viagem longas distancias para jogar com eles.
Quem me acompanha nesse espaço sabe o que defendo... Os grandes participam do regional (que seria muito mais produtivo sem eles) com estruturas sub 20, com técnicos específicos. Enquanto isso, os medalhões treinariam e se preparariam para envergonhar seus torcedores em torneios sul-americanos, como no ano passado que, exceto o Santos logicamente pois foi o campeão, todos os times brasileiros passaram por autênticos vexames na Libertadores. O Santos deixou o vexame para o fim do ano, no Mundial de clubes.
O melhor jogo da primeira rodada foi Comercial e Linense, e assim serão por todo o campeonato, tirando os clássicos, a expectativa são de jogos modorrentos envolvendo os times grandes e sempre a mesma desculpa em caso de empate ou vitoria contratos times menores... Falta de tempo de pre temporada.
Marcelo Alves Bellotti
Confundem tudo e tratam as causas do problema como o próprio problema, gerando um diagnostico errado e em momento nenhum observo vontade de resolver problemas. Somente a ira aos times de menor expressão, que não levam publico aos estádios. Que fazem com que seus times viagem longas distancias para jogar com eles.
Quem me acompanha nesse espaço sabe o que defendo... Os grandes participam do regional (que seria muito mais produtivo sem eles) com estruturas sub 20, com técnicos específicos. Enquanto isso, os medalhões treinariam e se preparariam para envergonhar seus torcedores em torneios sul-americanos, como no ano passado que, exceto o Santos logicamente pois foi o campeão, todos os times brasileiros passaram por autênticos vexames na Libertadores. O Santos deixou o vexame para o fim do ano, no Mundial de clubes.
O melhor jogo da primeira rodada foi Comercial e Linense, e assim serão por todo o campeonato, tirando os clássicos, a expectativa são de jogos modorrentos envolvendo os times grandes e sempre a mesma desculpa em caso de empate ou vitoria contratos times menores... Falta de tempo de pre temporada.
Marcelo Alves Bellotti
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Pobre Futebol...
O Brasileirão série A está chegando ao fim, e com ele, a paciência da crônica com a inconstância com os times que ano após ano parecem "se recusar" a assumir uma postura vencedora e se impor aos adversários em uma arrancada para a vitória... visivelmente risível!
Por conta da maneira como é disputado, o Campeonato Brasileiro expõe o jogador a uma jornada de 38 jogos por ano. Se somarmos mais pelo menos 14 jogos de Libertadores e/ou 10 jogos da Copa do Brasil, mais 19 jogos na primeira fase do Regional, e cinco jogos na fase final, teremos em um caso extremo, jogadores com aproximadamente 80 jogos por ano. Sem contar os que são convocados para as seleções.
Os times sentem esse desgaste principalmente agora, quando o campeonato vai chegando ao final. O desgaste físico chega ao extremo e os jogadores forçam cada vez mais tentando jogar no sacrifício. Quando o resultado não vem, o alvo naturalmente torna-se o time, o calendário... é muito comum nos dias de hoje culpar os regionais.
Atitude típica. Ao invés de detectar o problema, em geral as pessoas apontam as causas. Ao atacar somente as causas, os problemas continuam sem resolução e a situação não muda. Quando olhamos o futebol Europeu, vemos campeonatos igualmente com 20 times, mais as Copas Europeias e as Copas de cada país e os jogos das seleções nacionais, na teoria, os jogadores teriam os mesmos 80 jogos por ano.
Mas o que ocorre é que a cultura é diferente. A maioria desses clubes trabalha com uma estrutura profissional maior que a que a conhecemos. Então, nas copas os jogadores recém contratados tem a oportunidade de mostrar serviço, enquanto o time chamado principal se concentra no principal objetivo.
Aliás, outro ponto que ninguém se importa. Os treinadores costumam dizer "Nosso objetivo é ganhar todos os campeonatos!" Pura bobagem. Campeonatos devem ter objetivos. Defendi aqui nessa tribuna que os regionais deveriam se transformar em campeonatos de formação para os times que disputam a série A do Brasileiro. Então, eles disputariam esse campeonato com suas equipes de base, talvez com três atletas acima de 21 anos, por exemplo.
O mesmo modelo poderia ser seguido para a Copa do Brasil, para quem disputasse a Libertadores. Se houver planejamento, com um objetivo claro, metas atingíveis e planejamento sério, os problemas seriam mais facilmente resolvidos. Como a única meta possível é ser campeão ou, no máximo, a disputa da Libertadores, no final do ano a decepção é geral, técnicos perdem empregos, elencos são reformulados e esse ciclo torna-se vicioso.
Planejar um calendário, não é excluir os times "grandes" dos regionais, é saber qual time escalar em cada campeonato. Se o clube investe pesado em um ou dois jogadores, naturalmente eles tem que atender o principal objetivo do clube no ano. Como não há objetivo claro, no final do ano o investimento se dilui em um estresse emocional e via de regra uma contusão que afeta o time na reta final do campeonato.
O quadro piora quando ouve-se... no passado, os campeonatos eram disputados toda quarta e domingo e ninguém estourava como hoje. Como se o problema fosse apenas físico. Competições e jogos são em geral são decididos por fatores emocionais. Daí o estresse, a cobrança pelo alto salário...a contusão e a principal estrela do seu time fora ou estourado na fase que vale a pena...
Enquanto não atacarmos os problemas do futebol, estaremos girando nesse círculo vicioso, sem sair do lugar e sem chegar a conclusão nenhuma. Mas o negócio da dinheiro para todos... dirigentes, atletas, empresários, cronistas... enfim!
Pobre futebol...
Marcelo Alves Bellotti
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