sábado, 10 de setembro de 2011

Publico de futebol quer jogo bom!

No meio da semana, tivemos um fenômeno que há tempos não acontecia. São Paulo com récorde de público na centésima partida de Rogerio Ceni, o Botafogo lotou o Engenhão e o Corinthians lotou o Pacaembu.

A explicação é simples. Bons times, em grandes fases brigando para ser campeões. Embora os defensores do sistema de pontos corridos defendam que esses acontecimentos são decorrentes dessa disputa, uma análise mais fria vai detectar que independentemente da fórmula, o torcedor brasileiro gosta de ver o seu time em boa fase, brigando po um objetivo.

No caso do São Paulo, pontualmente tinhamos um grande evento, pois tradsicionalmente a torcida tricolor não costuma lotar estádios.

Podemos trazer isso para qualquer realidade, para termos um diagnóstico mais assertivo da situação.

Ano passado o XV de Piracicaba teve média de mais de 80% de ocupação do seu estádio. O campeonato era classificatório e não por posntos corridos.

Porém o que mais chama a atenção é o comentário dos cronistas especializados. Novamente o assunto é a ausência de Palmeiras e Corinthians no estádio do São Paulo.

Dizem que esses times não querem ganhar dineiro, esquecendo que a arrecadação de um deles é simplismente a maior do país, mesmo jogando em um palco menor e cobrando ingressos mais caros para aqueles que não possuem "cartão fidelidade".

É complicado quando a discussão deixa de ser do interesse público e parte para o interesse pessoal ou de grupos. Não consigo mais ver isenção de nenhuma parte.

O fato é que o nosso apaixonate futebol, quando bem  jogado e bem promovido, consegue levar torcedores aos jogos dos seus times, pelo menos os que brigam pelo título.

Brasileiro gosta de ver o seu time jogando bem e ganhando. Afinal, futebol é diversão!

Marcelo Alves Bellotti

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O mito completa 1000 jogos

Hoje no Morumbi não será apenas mais uma rodada para o São Paulo Futebol Clube, mas sim a confirmação da figura de um mito, o goleiro Rogério Ceni.

Rogerio Ceni para os Sãopaulinos é venerado como um dos maiores ídolos de sua história. 

O goleiro cada vez mais se torna um mito na história tricolor e completa hoje sua milésima partida.

São 1000 partidas e 100 gols, marca histórica para um jogador de futebol. Quando se fala em um goleiro o feito fica mais incrível ainda.

Para que se tenha uma idéia, apenas dois jogadores do Brasil tem essa marca em seus respectivos clubes: Pelé no Santos e Roberto Dinamite, no Vasco.

Rogério é uma figura bem tradicionalmente composta como jogador de clube. Amado pela sua torcida, é odiado pelas demais. Talvez essa tenha sido a razão maior de não ter tido sucesso com a camisa da seleção Brasileira. Era titular absoluto do técnico Leão e de Vanderlei Luxemburgo, mas após declarações extremamente infelizes, demosntrando extrema arrogância, acabou queimado pelos técnicos e pela CBF.

Ainda assim, disputou duas Copas do Mundo e tem em sua história a participação em um jogo da Copa de 2006.

Essa trajetória rendeu-lhe também a fama de madar no clube tanto quanto Juvenal Juvêncio, o homem forte de plantão atualmente no Morumbi. 

Nauralmente ele é consultado em temas polêmicos, como escolha de técnicos e contratação de jogadores.

Considero natural e salutar para o clube do Morumbi. Diferenciado em todos os sentidos, Rogerio comanda o time do São Paulo independente do técnico que senta no banco. 

Inteligente, utiliza a camisa 01 (ou 10 ao contrário). Já teve camisas maravilhosas e atitudes desastrosas, que garantem a sua imagem cada vez mais adorada apenas pelo torcedor do time do Morumbi.

Hoje teremos somente a festa. Rogerio Ceni está para sempre na história do futebol brasileiro. Ficará igualmente marcado para sempre no coração do torcedor Sãopaulino. 

Parabéns, Rogerio Ceni...o mito!

Marcelo Alves Bellotti

sábado, 27 de agosto de 2011

As empresas e o futebol moderno

Um dia, após a aprovação de uma lei que levava o seu nome, Pele decretou que, no Brasil estava chegando ao fim o período de escravidão no Futebol. Estava abolida a lei do Passe.

Isso já era esperado, após o movimento ter sido feito com sucesso na Europa, a tendência era de que chegasse rapidamente no Brasil.

Acontece que as pessoas que elaboraram a Lei a fizeram cheia de imperfeições e de brechas. Acabou tirando o direito dos clubes e passando-os para empresários.

Criaram a figura do Agente de Futebol, do Procurador e do Empresário. Hoje temos cluber paupérrimos e empresários milhonários, determinando aonde jogam os seus jogadores.

Isso tudo por um rancor de que todo dirigente é incopentente e que o futebol na verdade só será bem administrado quando se transformarem Empresa.

Isso foi pensado pelo valor que os clubes grandes movimentam, transformariam-se em Sociedades Anônimas e teriam ações em bolsa, sujeitas ao controle da CVM, etc.

Ledo engano... até hoje me pergunto se isso não foi proposital. Os clubes grandes até hoje não tiveram nenhum interesse em se transformar em Sociedades Anônimas e pelo que diz a Lei, surgiram as sociedades por quotas de responsabilidade limitada.

Sim, pois não se imagina que estruturas profissionais em cidades pequenas negociem suas ações em bolsa. Surgiram então os Clube-Empresa em cidades menores, como o time da Traffic, em Porto Feliz (mesmo com a sede da Traffic em São Paulo).

Eis a grande discussão do momento... A sede!!!

Estruturas profissionais quando instaladas em cidades menores exigem do poder público local, algumas regalias e isenções. Isso é normal no mundo corporativo, embora não pareça ético.

Prefeitos concedem isenções, incentivos, conversam com as empresas da cidade, reformam seus estádios, enfim... tudo pra receber empresas dispostas a investir no futebol e expor a sua cidade no cenário estadual ou nacional.

Como o futebol é paixão, logo há um racha entre prefeito e empresário e a parceria se desfaz.

Assim ocorreu por exemplo em Guaratinguetá, que levou a empresa a procurar uma estrutura em Americanaque prontamente recebeu a estrutura de portas abertas, mesmo já possuindo um clube tradicional na cidade, no caso o Rio Branco.

A empresa tem que pagar a sua conta no final do ano. Se não deu certo em Guaratinguetá, vamos a Americana, em Barueri, em Paulínia ou em qualquer prefeitura que aceite receber um time de futebol.

Prefeituras não faltam.

Essa é a modernidade. Bem-vindos!

Marcelo Alves Bellotti

domingo, 21 de agosto de 2011

Opinião - Cada coisa em seu lugar

Futebol é observação. Consegui ter hoje a visão crítica desse esporte somente por observação. Razão pela qual não me considero nenhum especialista, apenas apaixonado.

Porém acho complicado quando os especialistas debruçam seu tempo e os momentos preciosos em suas empresas de comunicação em campanhas a favor de uma pessoa e congtra a outra.

Falo especificamente do caso do ex jogador de futebol Zé Elias que devido a uma discussão sobre pensão alimentícia, acabou sendo preso e foi libertado ontem a noite.

O mais incrível da história é que não se limitou apenas a descrição de um caso de uma pessoa pública, ex-jogador de futebol e analista esportivo (em início de carreira, mas que demonstra conhecimento). O caso foi devidamente julgado e seu veredito dado em todas as declarações de seus colegas.

Sim por que o caso não se trata de notícia. Uma pessoa que discute judicialmente um valor de Pensão Alimentícia e que tem contra si uma prisão decretada pelo não pagamento é um problema que pertenc somente as duas partes envolvidas. Somente a elas e a ninguém mais.

Ouví várias manifestações claramente corporativistas e empresas de comunicacão fazendo pautas em programas esportivos para falar de um problema de família. O mais absurdo é que além da notícia, que só pode ser considerada natural por ser o Zé Elias havia também o julgamento e a condenação sem prévia defesa ou ouvir a outra parte. Parecia que só havia um pobre injustiçado e que o outro lado era tão explicitamente vilão que não deveria ser sequer ouvido.

Lamentável... Demonstração explícita de estupidez coletiva.

Não sei quem tem razão na história, que aliás não tem nada a ver com o futebol ou com qualquer programa esportivo. Continuo ouvindo e admirando o Zé Elias... e ele que resolva seus problemas sozinho.

Caso haja imperfeições na Lei... a pauta pode ser de uma ampla discussão sobre o tema. Mas não se trata disso... após a saída da prisão... o assunto esfria... e cada um volta a sua vida.

Não há interesse pelo jornalismo... Somente é preciso ajudar um amigo!

Essa é a minha Opinião.

Marcelo Alves Bellotti

sábado, 6 de agosto de 2011

Milan vence Inter e conquista a Supercopa da Italia

Jogando no Ninho de Passaro na China o Milan, campeão Italiano derrotou a Inter, que foi campeã da Copa da Italia.

O jogo foi morno, pois estamos no início da temporada e o Campeonato Italiano só começa no final do mês.

A Inter saiu na frente com um belo gol de falta de Sneijder em um primeiro tempo marcado pelo domínio do time do goleiro Julio Cesar.

Com o segundo tempo, o time Rossonero acordou e equilibrou a situação. Com as melhorias de produção de Robinho e Ibra, o time chegou ao empate. Passe de Robinho para Seedorf, cruzamento na cabeça de Ibra e empate do Milan.

O domínio continuou e com um belo chute de Pato, que entrou no lugar de Robinho, Julio Cesar espalmou, a bola foi na trave e sobrou para Price Boateng, que marcou o segundo gol e garantiu o sexto título da competiçaõ, tornando-se o seu maior vencedor.

A Supercopa da Italia foi disputada pela segunda vez na China (a primeira vez foi em 2009).

Parabéns ao Milan, que inicia a temporada com um título!!!

Marcelo Alves Bellotti

sábado, 30 de julho de 2011

Fair Play - Uma questão de Educação

Fair Play. O termo tem sido muito discutido ultimamente principalmente no que diz respeito a atitude do atleta Kleber do Palmeiras em um jogo contra o Flamengo, no Pacaembu. Alguns são contra, outros a favor. Interessante foi observar como a discussão foi levada a imprensa sem o conhecimento pleno do que seja Fair Play.

O conceito esportivo de Fair Play é de respeito ao adversário, que o esporte só pode existir por que existe um adversário. O que deve prevalecer então é o conceito de ética profissional, de comportamento esperado do esporte.

O lance que foi discutido é a antítese do conceito. Kleber não mostrou competitividade ou vontade, raça ou qualquer outro sentimento louvável no futebol. Ao contrário, mostrou que não tem educação suficiente para entender que, após a interrupção provocada pelo árbitro, o comportamento esperado, portanto ético, é da devolução da posse da bola para a equipe que estava com ela no momento da paralisação.

Hoje em dia, todas as atitudes dos atletas em campo são friamente calculadas e pensadas para peoveito próprio. Entrevistas, comportamento após um gol ou após um lance perdido, insatisfação quando é substituído, enfim... nada é por acaso.

Mas nesse caso específico, o Fair Play que é praticado em todos os esportes e pressupõe o respeito ao adversário e a ética profissional foge completamente a preparação de atletas, dirigentes e cronistas. É uma questão de educação. Acima de qualquer cultura, é uma questão de respeito.

Essa é a minha opinião.

Marcelo Alves Bellotti

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Abertura da Copa Paulista: Show de Bola!!!

Sabado a noite aconteceu a abertura da Copa Paulista, em meio a disputa do Campeonato Brasileiro e um jogo entre Uruguai e Argentina na Copa América.

Assim começamos a Copa Paulista, no confronto entre Linense e Inter de Bebedouro.

O jogo em Lins foi cercado de lances bonitos, logo no início do jogo a Linense marcou dois gols e tomou o congtrole do jogo. No início do segundo tempo, a Linense chegou ao terceiro gol e tudo parecia perdido para o time da Inter de Bebedouro.

Mas aos poucos, o time da Inter foi equilibrando o jogo e marcando seus gols. A partir do segundo gol, a situação do jogo ficou dramática.

No final do jogo, a Inter chega ao empate. Festa e felicidade extrema do time de Bebedouro. No retorno ao jogo, a Linense marcou o seu quarto gol e dava pinta que o placar estava definido.

Aos 47 minutos, no último lance do jogo em uma ccobrança de falta magistral, a Inter chegou ao empate.

Mesmo com as atrações no sabado, um jogo inesquecível abriu a Copa Paulista... empate de 4 a 4 entre Linense e Inter de Bebedouro, em Lins.

Confira aqui o melhor da Copa Paulista

Marcelo Alves Bellotti