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segunda-feira, 31 de março de 2014

O futebol é mesmo uma opção de diversão?

O futebol é conhecido no Brasil como o esporte das multidões, consegue reunir milhares de pessoas em estádios para assistir os jogos de seu time do coração e milhões de pessoas em frente a uma televisão, para ver o seu time jogar tranquilamente em um sofá.

De uns tempos para cá, os campos de futebol tem se transformado em palcos de intolerância e de verdadeiras batalhas campais entre gangues. Em geral sob o efeito de drogas e álcool e cada vez mais financiados pelos clubes de futebol.

Hoje torna-se complicado para qualquer pessoa se dirigir a um estádio, principalmente na condição de visitante, para fazer algo simples, como assistir a um jogo de futebol. A própria placa do seu carro é um sinal de que é um inimigo, pronto para ser intimidado e atacado. 

O que essas gangues pretendem é simplesmente intimidação. É deixar claro "quem manda"! Nesse sentido, quando são visitantes, eles fazem "alianças" com torcidas de um time para poder se garantir quando não estão na sua cidade ou no seu estádio.

Nesse fim de semana, mais intolerância. No Maracanã, irritada com provocações do adversário, a torcida do Fluminense iniciou uma confusão. O tumulto foi contido e não teve consequências maiores, só o susto e a correria. Confira o que ocorreu.

Em Porto Alegre no Gre-Nal 400, disputado na Arena do Grêmio,  que decidia o título, torcedores do Inter se desentenderam no intervalo de jogo e um grupo passou a depredar o estádio que visitava. Segundo os administradores do Estádio, cerca de 191 cadeiras foram destruídas. A certeza da impunidade é tão grande que os agressores mostram as cadeiras destruídas como se fosse um troféu.

Em Santos, enquanto era disputada a semi-final entre Santos e Penapolense, todos no estádio tinham a certeza da vitória do time da baixada. Porém por um vacilo da equipe santista, o time do interior empatou o jogo e logo depois virou o placar. A comemoração nas tribunas do Estádio Urbano Caldeira por parte dos dirigentes da Penapolense irritou a torcida santista, que não hesitou em tentar invadir o camarote do adversário, quebrar uma mesa (que por sinal pertence ao próprio clube) e ameaçar a integridade física dos dirigentes do time do Interior. A diretoria do time santista sequer emitiu uma nota, mas espera ansiosa ser premiada com um jogo da final em seu estádio.

Pra terminar, na Suécia, um torcedor morreu espancado logo na abertura do campeonato, que teve a sua primeira rodada nesse domingo.

É preciso discutirmos melhor sobre o que queremos para o nosso futebol, para a nossa sociedade. Não adiante discutirmos somente punição, ou informatização do sistema, que passa por cuidar somente da violência em times grandes. É preciso medidas de prevenção com uso de inteligência policial, é preciso medidas contundentes dos meios esportivos, de educação e de punição aos responsáveis, de acordo com o previsto na Lei. 

Estamos em São Paulo, modernizando o Morumbi e Construindo duas novas Arenas. Ao final do ano, teremos três estádios prontos para receber qualquer jogo do futebol do mundo. Estamos preparados para entregar esse serviço para o público que frequenta esse estádio? Como será essa relação, a partir das novas arenas? Notem, esse não é um problema brasileiro. Existe em todos os estádios no mundo inteiro. É um reflexo do que somos hoje como sociedade no mundo.

Que a sociedade brasileira inicie esse debate! Pra afastar a intolerância dos estádios e trazer de volta a diversão de assistir um jogo de futebol!

Marcelo Alves Bellotti

sexta-feira, 28 de março de 2014

Paulistão define seus classificados

O Campeonato Paulista de 2014 na sua série A1 definiu nesta última quarta-feira os seus classificados para a semi-final que irá ocorrer nesse final de semana. Após 15 jogos arrastados, onde o time não jogava contra um adversário da mesma chave, a primeira fase trouxe os destaque de Bragantino, Penapolense, Ponte Preta, Ituano e Botafogo.

O Bragantino apostou no comando de Marcelo Veiga. Renovado e com outra mentalidade, o treinador montou um time competitivo, baseado em uma zaga forte e alta e um atacante de muita qualidade (Tassio). São duas linhas de quatro que garantem um poder de marcação e retomada de bola. O Bragantino conseguiu na primeira fase derrotar o São Paulo no jogo de estréia e o Corinthians em pleno Pacaembu. Na partida das quartas de final, foi eliminado pelo Palmeiras.


O Penapolense do técnico Narciso conta com a mesma base do time que se classificou no ano anterior, com o Lateral Rodrigo Biro e o meia Guaru, além de um ataque com Douglas Tanque e Alex Créu, que estavam doidos para se destacar. Aliás, o grande destaque da equipe de Penápolis foi a goleada aplicada no Santos na primeira fase, pelo placar de 4 a 1. Nas quartas de final, após um jogo amarrado e de péssimo nível técnico, se considerarmos que o time de Penápolis jogava contra o poderoso São Paulo, com um investimento muito maior, o jogo foi para os pênaltis e prevaleceu a equipe do Interior. Na próxima fase o time de Narciso pega o Santos na Vila Belmiro.


A Ponte Preta se classificou com méritos na primeira fase. Após a chegada de Vadão, o time campineiro se transformou em uma outra equipe. Ganhou bem do Corinthians, aproveitando-se das agressões que o time da capital tinha sido vítima dois dias antes do jogo. Além da vitória sobre o Timão, a Ponte ainda derrotou o São Paulo em Campinas. Caiu nas quartas de final contra o Santos.

A outra partida das quartas foi entre Ituano e Botafogo. Ambos ocuparam o grupo do Corinthians e de alguma forma foram responsáveis pela eliminação vergonhosa do Timão na primeira fase. Aliás, Botafogo e Ituano tiveram o mérito de chegar a 28 pontos ganhos em 15 jogos, o que lhes valeram o terceiro e quarto posto na classificação final do Paulistão na primeira fase.


No Botafogo, o destaque da campanha vai para o futebol apresentado pelo time, com ótimas atuações dos meias Camilo e Wellington Bruno. O time foi extremamente bem armado por Wagner Lopes. O destaque da campanha foi a vitória do time de Ribeirão Preto sobre o Palmeiras, com uma atuação inesquecível.


O Ituano chega com uma belíssima campanha, ancorada pelo técnico Doriva e uma base bem planejada que disputou a Copa Paulista. A decisão de manter a base, apoiada pelo presidente Juninho veio juntamente com a decisão de manter o técnico. O grupo pegou confiança e consistência e se classificou. O destaque foi o jogo contra o São Paulo, por tudo o que cercou esse jogo, com suspeita de entrega por parte do time do Morumbi e com o verdadeiro dilúvio que caiu durante o jogo, vencido pelo time de Itu. No confronto das quartas de final, venceu o Botafogo nos pênaltis e fará a semi final contra o Palmeiras.

O saldo acabou sendo positivo para as equipes do Interior que souberam trabalhar com seus técnicos e tiveram o mínimo de planejamento. Entre as quatro equipes da semi-final temos Ituano e Penapolense para frustrar as expectativas da crônica paulistana.

O que vier é lucro agora! Lamentável é perceber a intolerância de algumas pessoas contra os times pequenos. Mas o trabalho desse times está posto e eles chegaram com seus próprios méritos, orgulhando a sua cidade e seu povo. Parabéns a eles.

Marcelo Alves Bellotti

terça-feira, 18 de março de 2014

Justiça encerra o assunto da invasão dos torcedores ao CT

Chegou ao final o caso da invasão dos torcedores ao CT do Corinthians ocorrido em fevereiro. A torcida revoltada após o time sofrer uma goleada durante o clássico contra o Santos invadiu o CT Joaquim Grava para cobrar jogadores de um péssimo desempenho.

Domingo, após uma desclassificação vergonhosa da segunda fase do Paulistão, o técnico corintiano Mano Meneses proferiu várias insanidades, dentre as quais esta me chamou a atenção: "Encontrei no Corinthians uma consciência muito grande no que precisava ser feito. Ninguém queria meter a mão na massa, para não ficar com o ônus. Cheguei para isso, para fazer as modificações no grupo e buscar novas alternativas. O Corinthians já vinha rendendo muito pouco há bastante tempo. Isso é antipático, desgasta e cria fantasmas"

Ora, o técnico Corintiano foi contratado o ano passado, apresentado depois da saída de Tite. Chegou para fazer reformulações? Por que não as fez? A saída de Pato, Douglas e Paulo Andre (zagueiro bom senso) não constavam na reformulação do técnico. Depois da Invasão, tudo aconteceu. Inclusive o afastamento de Emerson Sheik, sempre contundido depois desse fato.

Estranho foi que quando o fato aconteceu, chamaram de invasão, relataram o terror, que Joaquim Grava teria sido derrubado e pisoteado, o presidente do time disse que o atleta Guerrero tinha sido "esganado", que celulares tinham sido roubados, que depredaram o carro de jogadores, que facas haviam sido encontradas no local... enfim, uma imagem de terror. O time ameaçou não entrar em campo contra a Ponte Preta. Entrou em campo e perdeu o jogo.

Depois disso, a "versão oficial" mudou... Guerrero disse que nada aconteceu com ele, o time apenas registrou o B.O., sendo que a denúncia de invasão e agressão partiu do GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) o que fez com que quatro torcedores fossem presos. Mas o principal agredido, o time do Corinthians não entregou as imagens das câmeras do circuito interno, alegando que as mesmas não funcionaram na hora da invasão. Apenas as imagens de duas câmeras foram entregues.

Para finalizar, um juiz do Fórum criminal decretou o fim desse assunto: segundo o Douto magistrado: "Em suma, tudo não passou de um ato (nada abonador) de revolta dos torcedores. Fiéis que são - e disso a própria equipe se vangloria -, queriam apenas chamar a atenção: fazer com que os jogadores honrassem os salários que ganham; mostrando um futebol verdadeiramente brasileiro. Isto posto, com fundamento no artigo 395, III, do CPP, rejeito a denúncia. Expeçam-se alvarás de soltura clausulados e contramandado de prisão".

Decisão judicial deve ser cumprida, e não comentada! Pelas palavras do juiz, tudo não passou de um ato para chamar a atenção. Tudo acabou como um fato menor. 

Lamento por tudo! Perdeu o futebol!

Marcelo Alves Bellotti

segunda-feira, 10 de março de 2014

Entrega do Estádio em Manaus... Intolerância!

Mais um estádio da copa entregue. O que vemos é um show de intolerância. Cada vez mais percebo que em geral, os meios de comunicação não se importam em disseminar intolerância. Apenas por observação, podemos perceber que desde que foram definidas as doze sedes da Copa do Mundo, a grande discussão passou a ser a construção ou reforma de estádios em Cuiabá, Manaus e Brasilia.

O fato é que o estádio foi inaugurado e entregue a população de Manaus. A partir da inauguração ele será administrado e de responsabilidade de quem o construiu e de quem o manterá. Esse foi o recado do governador do Estado. Talvez, o povo de Manaus esteja cansado de tanta intolerância vinda do sudeste, que ignora o fato até de haver futebol naquele estado. Vejo mensagens inflamadas de cronistas bradando pelos contribuintes Amazonenses. 

Desconheço a aceitação do estádio em Manaus. Sei que é um Estado onde a maioria da população é pobre, como ocorre em São Paulo, por exemplo. Sei que eles inauguraram um estádio para a Copa do Mundo e que pode virar um elefante branco. Para inaugurar esse estádio fizeram uma obra que teve a sua entrega atrasada, onde se gastou bem mais do que era previsto e cujo legado para a população será nenhum. Seu governador declarou que o estádio e seu legado são problemas do povo amazonense.

Se refletirmos em outros estados da Federação, veremos que São Paulo está prestes a investir perto de R$170 milhões inicialmente para reforma do padock em Interlagos, para poder ter condições e garantias suficientes para sediar uma etapa do Mundial de Fórmula 1 até 2020 no município. 

Não vi até agora, mesmo após todos os investimentos feitos para que a cidade do Sudeste brasileiro  recebesse esse evento, nenhum legado que justificasse o investimento direto da prefeitura para a sua reforma. A cidade de São Paulo continua com seu caos urbano diário e o bairro de Interlagos não teve nenhuma melhoria por conta do autódromo. Mesmo a ampliação do trem que "serve" Interlagos, não aconteceu como legado de obras no autódromo, mas como uma obra viária descolada da reforma. Não temos sequer um legado esportivo, já que uma etapa do Mundial de F1 não tem garantido o crescimento do esporte do país.

Mas pelo que se percebe, a reforma do autódromo agrada uma boa parte do contribuinte paulistano, que não se opõe em retirar um valor tão expressivo diretamente do orçamento da cidade. Diferentemente do que acontece com a copa, onde o investimento é feito por empréstimo por bancos de desenvolvimento, o dinheiro para a reforma do autódromo sai em boa parte direto do orçamento da prefeitura, já que o autódromo é municipal. A previsão de reforma segundo reportagem da revista warm up contaria com a participação do governo federal, com recursos do Ministério do Turismo. Ou seja, atingindo diretamente o contribuinte amazonense.

Ora, nem se discute a obra feita em São Paulo, o seu ônus para os cofres públicos e seu discutível legado, somente com geração de possíveis empregos. Temos um evento por ano no local e depois ele vira um grande elefante branco, mesmo com a iniciativa de colocar vários campeonatos por lá!

Precisamos novamente refletir sobre a intolerância. Precisamos respeitar o que nos parece diferente. A princípio, mostrar a inauguração de um estádio já julgando e decretando tudo o que virá a seguir é uma postura que só reforça os novos padrões de intolerância da sociedade brasileira, que não admite esse tipo de obra no norte pobre, mas que não trata igualmente obras semelhantes no sul desenvolvido e rico. Talvez essa não seja a verdade, seja apenas a visão de alguém que tenta combater a intolerância... 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Paulistão 2014, sucesso ou fracasso?

É difícil termos uma exata noção de sucesso ou fracasso no Paulistão. O campeonato já começa desgastado com declarações dos líderes do movimento Bom Senso FC, como a do "zagueiro Bom Senso" que recentemente deixou o país para jogar no pujante futebol Chinês, que ao se referir ao campeonato que o revelou para o futebol, disse que "Nem me pagando eu iria" e que só compareceria aos clássicos e olhe lá! A imprensa esportiva da capital segue esse coro, dizendo que o campeonato é modorrento, que seus jogos de nada valem e que os times grandes não deveriam participar.

Tudo isso traz um descrédito do campeonato antes mesmo dele começar. Mas ao analisar o campeonato por seus números, podemos perceber algo bem diferente do que os "donos do bom senso" dizem por aí.

Analisando a décima primeira rodada do Paulistão disputada entre 26 de fevereiro e 01 de março (sábado de carnaval) temos resultados que podem ser vistos de ângulos diferentes, que nos permitem uma leitura mais analítica da realidade. No total da rodada, tivemos a presença de 42.917 pessoas em 10 jogos, o que dá uma média de 4.292 pessoas por jogo. Essa média está altamente prejudicada pelo jogo entre Portuguesa x Mogi Mirim, visto por somente 817 pessoas no Canindé. Se analisarmos o número por sí, 4.200 pessoas em média pode parecer pouco, porém essa análise toma outras proporções quando consideramos como os times dimensionaram esses jogos.

Para explicar melhor, o Corinthians enfrentou o Comercial no Pacaembu, no dia 26/02. O público presente no estádio chegou a 11.648 pessoas. Se considerarmos que o estádio tem capacidade para 40 mil pessoas, o estádio estava vazio. Mas analisando de maneira mais detalhada, para essa partida foram colocados a venda 11.725 ingressos. O evento foi dimensionado para 11 mil pessoas e compareceram 11 mil pessoas. Ou seja, o evento na visão de quem o promoveu, foi um sucesso (ou foi mal dimensionado).


A mesma situação se verificou no mesmo estádio um dia depois. Palmeiras e São Bernardo se enfrentaram para um público de 6.472 pessoas. O Palmeiras disponibilizou para o evento, apenas 7.376 ingressos. O problema aí é que como o campeonato é mal tratado pela imprensa em São Paulo, ninguém se importa com isso. Como o Corinthians colocaria 20 ou 30 mil pessoas no Pacaembu contra o Comercial, se somente 11 mil ingressos foi colocado à venda? Analisamos a rodada, considerando como os mandantes dimensionaram os seus jogos.

Quando falamos de público, se destaca o trabalho do globoesporte.com que apresenta o público médio de cada time como mandante, como visitante e por percentual de ocupação de seu estádio, determinando qual o time que enche mais o seu estádio. Nesse quesito, o destaque absoluto do campeonato é o São Bernardo. Dono de uma campanha apenas regular, o time do ABC tem a média espetacular de 9.477 pagantes em seu estádio. Se considerarmos que o Primeiro de Maio tem capacidade para pouco mais de 15 mil pessoas, o Tigre chega a 71% de ocupação de seu estádio, liderando o ranking em São Paulo. Se compararmos com o segundo colocado, o Corinthians, teremos uma diferença enorme, o time de Parque São Jorge tem 40% de ocupação do seu estádio. Porém o Corinthians não dimensiona esses eventos para mais de 15 mil pessoas, então não tem o que reclamar. Seus eventos tem sido um sucesso, quando consideramos o total colocado a venda. (http://globoesporte.globo.com/sp/futebol/campeonato-paulista/publico-do-paulistao.html)

Já no São Bernardo, não vale a máxima que essa média foi conquistada "as custas" dos grandes. No total o time do ABC jogou apenas com o São Paulo no Primeiro de Maio. Os jogos contra o Palmeiras e contra o Corinthians foram jogados no Pacaembú. 

Concordo que o Campeonato Paulista tem seus problemas. É mal planejado e extremamente mal dirigido, tem uma distribuição de renda cruel com seus participantes. Mudanças são bem vindas, acredito que essa fórmula prejudica tanto os clubes que disputam torneios nacionais em todas as suas séries como também quem não as disputa. Mas com certeza, o campeonato está longe de ser um fracasso, com jogos como os 5 a 5 de ontem entre São Bernardo e Rio Claro ou com a grande campanha do Botafogo de Ribeirão Preto.

Fui até agora em todos os jogos do Santo André, pela série A2 do Paulistão e pude ver dois jogos do São Bernardo, contra Botafogo e Audax, um jogo do Ituano contra a Lusa e um jogo do Audax contra a Lusa e posso garantir para os vocês. O campeonato é muito mal organizado! Um pouco mais de boa vontade por parte da FPF e teríamos um resultado bem melhor no interior de São Paulo. 

Espero que dessa reunião do Bom Senso FC saiam discussões que sejam proveitosas para o futebol Paulista, hoje temos um campeonato onde existem muito mais vencidos do que vencedores. Algo tem que mudar.

O que penso ser um grande erro é depreciar o campeonato por puro preconceito, esquecendo o fator financeiro e ignorando um público que até por razões de distância, não consegue comparecer somente aos clássicos. Alias, nesse quesito, existem jogadores que não vale a pena serem vistos (nem me pagando)!

Marcelo Alves Bellotti